programa de governo

Francisco Bosco, apresentando entrevistas de Risério, pela Azougue:

“Para Risério, o Brasil não pode se contentar com pouco, deve ser capaz de afirmar para si – e para o mundo – um projeto civilizatório. Não apenas o bom funcionamento da macroeconomia, a consolidação das instituições democráticas, o amplo respeito à legalidade; isso é fundamental, mas ainda é pouco. O Brasil deve ter a coragem de, partindo de sua formação, de sua experiência sincrética, radicalizar essa singularidade e lhe dar estatuto de projeto de civilização. [...] Como diz o filósofo Antonio Cicero, o Brasil não deve apenas reivindicar sua particularidade, mas sua universalidade, isto é, propor-se como civilização inspiradora para outros povos. Para tanto, ensina-nos Risério, temos que partir de nós mesmos, da realidade biológica e simbólica de nossa mestiçagem: aí onde está a evidência de nossa formação, devemos ver o segredo de nosso futuro histórico.”

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